0 Suheil

Booa noite habibaas


Bom, hoje eu resolvi falar de uma pessoa que é uma fonte de estudos pra mim, como pessoa mesmo, não só como bailarina...
Desde o primeiro vídeo que vi, me encantei...


Laialy Suheil é bailarina a mais de 20 anos, recebeu este nome como reconhecimento do seu trabalho em 1987 pela Mestra Shahrazad percussora da dança do ventre no Brasil, e sua primeira professora.
Ela tem formação no ballet por grandes nomes. Como bailarina clássica dançou em companhias nacionais e internacionais (Ballet Nacional de Cuba). Tem formação também no jazz, sapateado americano, street dance, flamenco, afro, alongamento, consciência corporal e danças sagradas, e também estudou piano.
Como uma das pioneiras na dança do ventre, leciono na Escola Shahrazad em 1987.
Esteve em diversos países para aperfeiçoamento e para lecionar, efetuou gravações para diversos canais da televisão aberta e a cabo.
Coordena sua própria escola “Oficina de Dança Suheil” (escola de dança especializada em dança do ventre e folclore do Oriente Médio) e o espaço para eventos “Casa da Dança do Ventre”.
Utiliza sua dança para diversas ações sociais em alguns estados brasileiros. Socialmente já se apresentou para os cônsules do Líbano e as Síria e diversas personalidades políticas.
Como coreografa e diretora artística soma mais de 34 troféus em Festivais Nacionais e Internacionais de dança.
Estudou com grandes estrelas do Brasil e de diversas partes do mundo:
Shahrazad e Lulu Sabongi do Brasil - Suhaila Salimpur, Tamalyn Dalal, Jillina, Mesmera, Fathiem, Sahra Saeda, Kaeshi e Sharon Kihara dos EUA - Delilah do Canadá – Ahmet Luleci da Turquia – Amir Thaleb, Romina Maluf, Saida e Yael da Argentina – Samara da Espanha - Haquia Hassan, Randa Kamel, Farida Fahmi, Yousry Sharif, Mohamed Shahin e Momo Kadus do Egito – Gaby Shiba do Líbano e com os músicos Issam e Ozzy (Líbano-EUA) entre outros.
É ainda, pesquisadora de bailarinas da antiguidade e estudiosa de estrelas orientais.
Foi a primeira e Brasileira qualificada pelo júri no “Bellydance Superstar (Search 2004) uma das companhias de dança de maior destaque mundial (Idealizado por Miles Copeland – Los Angeles, EUA)
Foi a apresentadora e responsável pelo primeiro bloco de dança do ventre na TV brasileira. “A arte da dança do ventre” no programa “Simplesmente Mulher” pela TV Caju canal 47, hoje tendo essas aulas existem em um DVD e disponíveis na internet. Em breve estará lançando um livro sobre a Arte da Dança do Ventre e o surgimento do primeiro método acadêmico desta dança.
Neste ano foi vencedora no “Bellydance Evolution” – novo grupo da bailarina internacional Jillina - apresentando-se no show em Nova Iorque ao lado de personalidades como Sharon Kihara, Kaeshi, as Bellyqueens e a própria Jillina entre outras. Também dançou na casa de shows "JeBom" em Greenwich Village.


Saiba muito mais dessa bailarina fantástica no site www.suheil.com.br


Ela tem um carisma, um encanto, um jeito gostoso de dança que conseguiu me prender...
Esse foi o primeiro vídeo que vi desta minha eterna fonte de estudos:



Ela tem uma leveza, e um bocado de coisas assim que me fazem pensar “quero ser igual ela quando crescer”, ter toda essa energia, esse magnetismo...
Ela brinca com a musica, com o publico, com a dança, e isso fascina...



Ver ela nos vídeos sempre me motivou, mas, tive a oportunidade de ver ao vivo, e então tive certeza q não quero parar de estudá-la. Foi maravilhoso, ela realmente conseguiu me emocionar, espero realmente poder vê-la muitas outras vezes, porque foi uma injeção de animo...







E o amor de pessoa que ela é? Inacreditável.. Toda ocupada, cheia de coisa pra fazer, mas sempre arruma um tempo e fica encantada com os pedidos pras fotos, te da toda atenção do mundo...



Ameei







1 Gira, da nó, giraa...

Boooa noite cherrys :D

Estava eu, passeando pelos blogs alheios, quando me deparei com dois blogs falando sobre giros, esses que é tão importantes e tão usados na nossa queriada dança do ventre... Maaas, não teve como gente, lendo os blogs veio outra coisa na minha cabeça para postar e hoje, vou fugir um pouco do nosso universo pra falar de uma outra dança...

Vou falar um pouco sobre SAMBA ROCK ;)

"Samba-rock é uma dança que surgiu da criatividade dos freqüentadores dos bailes em casas de família e salões da periferia de São Paulo no final da década de sessenta/ começo da década de setenta, mesclando se os movimentos do rock and roll (hoje rockabilly) com os passos do samba, ao som das equipes a despeito deste ou daquele ritmo importando tão somente o tempo da musica em relação à dança.
Na primeira metade da década de setenta fora chamado por diversos nomes Sambalanço, Swing, Rock Samba, e finalmente Samba-rock por causa do lançamento da primeira coletânea que continham musicas que eram tocadas nos bailes de samba-rock e re-gravadas especialmente para estes bailes.

A primeira coletânea lançada em 1977 e que se chamava “Samba Rock o Som dos Black`s” deu inicio a uma nova era para o samba-rock onde eram re-gravados vários sucessos de bailes da época fazendo com que fosse mais fácil o acesso a essas musicas que ate então eram musicas fora de catalogo e difíceis de se encontrar.

Tornando assim o Samba Rock mais conhecido na grande São Paulo e outros estados.

A forma de se dançar samba-rock foi sendo aprimorada com os festivais de dança de onde os dançarinos disputavam entre si para ver quem era o melhor.

As disputas entre os dançarinos de samba-rock seguiam os mesmo moldes do filme “Embalos de sábado à noite” onde tínhamos o júri técnico formado primeiramente por aqueles que se julgavam serem os melhores dançarinos da época e que julgavam a parte técnica da dança tempo contra tempo, erros, passos inéditos, quantidades de passos, qualidade dos passos e dificuldades dos passos, em alguns festivais tinha-se também o chamado júri popular onde se escolhiam alguns freqüentadores destes bailes para junto com o júri técnico escolherem os melhores em uma escala de um a dez ou de dez a cem.

Lembrando que as regras e o formato destes festivais variavam de bairro para bairro ou mesmo vila para vila.

O Samba Rock também é conhecido como Sambalanço. Recebeu uma grande influência do jazz. Os dois mais significativos representantes do Samba Rock (Sambalanço) são Jorge Ben Jor e Bebeto, que misturam também elementos de outros estilos.

O samba-rock pode ser considerado uma fusão do samba com ritmos americanos, como o bebop, o jazz e o soul. O samba-rock como forma de dança sofreu influências do rockabilly dos anos 50 e 60, só que com movimentos mais suaves, sem passos aéreos, porém com muitos giros, tanto do cavalheiro quanto da dama. Foi uma forma de dança dos bailes negros da periferia de São Paulo, desde os anos 60, com pitadas de samba no pé, gafieira, salsa e rock.

Tecnicamente, nas composições de samba-rock é feito um deslocamento da acentuação rítmica, cujo compasso binário do samba (2/4) é adaptado ao compasso quaternário (4/4) do rock e do soul music, utilizando ainda naipes de metais importados dos grupos de soul e funk americanos."

Fonte: Wikipédia.



Bom, não existe muita informação sobre samba rock por ai... Então não vou falar muito... Porque eu entendo basicamente que essa dança me confunde... Mas é uma delicia de dançar, relaxa, é alegre, não tem como não sorrir enquanto dança (ainda mais quando erra rsrs).

Eu até tento, danço uma musica ou duas, maaas, preciso mostrar pra vcs meu sogro...Ele ARREBENTA A BOCA DO BALÃO...
Da de 10000 x 0 em muitos meninos que competem com ele, de 18/20 anos...

Com vocês, o "Tiozinho Nostalgia":

Semi-final - Campeonato intermunicipal de Samba-rock - Coreografia:



Semi-final - Campeonato intermunicipal de Samba-rock - Musicas livres



Final -  Campeonato Intermunicipal de Samba-rock - Coreografia:


Final - Campeonato Intermunicpal de Samba-rock - Musicas Livres



Eles tiveram nossa ganhadora do Mercado Persa 2010 - Carol Koga, como uma das juradas.



O que vocês acharam?

Beijooos

Boa noite cherrys.

Estava andando pelos meus blogs preferidos, e achei variiiias coisas legais pra postar por aqui, não vou postar tudo de uma vez(lógicoooo), vou começar por um poste sobre uma das mulheres que mais me fascina, e desperta os meus melhores sentimentos...

Peguei este texto do blog da Sasha Holtz aqui.
E ela pegou no site da Lulu (http://www.lulusabongi.com/)



 "Oum Kalsoum - A alma na Voz
Oum Koulthoum - A Alma na Voz
Artigo escrito por Jasmin Jahal em 2000 - Tradução: Lulu Sabongi fevereiro 2003
Qualquer pessoa que conheça alguma coisa sobre música árabe, conhece o nome Oum Koulthoum.

Esse nome é provavelmente o mais famoso dentre todos os nomes árabes ligados ao canto no mundo árabe. Om significa mãe em árabe. Usando neste contexto é como se fosse um apelido, mas neste caso em especial, é o nome real de uma mulher que foi a " mãe" das mais conhecidas e amadas canções árabes de todos os tempos.
Você pode encontrar diferentes formas de grafia para este nome. Algumas vezes Om é pronunciado como : Um, Umn,Oum ou Omn. Koulsoum pode ser visto como: Kulthum, Kalsoum ou Khalthoum. Todas estas são versões fonéticas do mesmo nome.
Om Koulsoum nasceu numa pequena vila , vinda de uma família simples, em 1904. Ela aprendeu a cantar em casa com seu pai, que era o líder religioso da mesquita local e suplementava seu magro rendimento se apresentando em casamentos e outras celebrações acompanhado de seus dois filhos, Om e seu irmão. Os três sempre trabalhavam juntos.
Em virtude de sua juventude e sua voz forte e excepcional, Om logo se fez notada e se transformou em atração especial dentro do trio, por vezes fazendo a abertura das apresentações. 
Com o passar do tempo a família viajou mais longe e conseguiu aumentar seus preços para contratações. Ainda mesmo com o sucesso, a família relutava em ir para o Cairo, apesar de muitas pessoas encorajarem Om a levar sua carreira a frente na cidade que era e é até os dias de hoje, o centro dos negócios para a industria do entretenimento.
 
Finalmente a família se mudou para o Cairo em 1923, quando Om contava 19 anos.
Sua voz foi imediatamente notada e aclamada pela imprensa , mas tendo sido considerada ainda sem instrução , uma pedra preciosa a ser lapidada. Om partiu em estudos , com diversos professores de música assim como poetas e a própria sociedade. Estudava para seguir os passos e as formas de comportamento de sua época tomando por exemplo as senhoras de elite, que eram seu público cativo em casas particulares onde ela se apresentava. Logo se tornou amiga daquelas pessoas que a contratavam e iniciava assim um novo momento em sua carreira.
Na primavera de 1926, Om Koulsoum contratou pela primeira vez músicos profissionais para acompanhá-la cantando, e eles então tomaram o lugar de sua família. Por volta de 1928, ela elevou-se ao topo dentro do " ranking" dos cantores profissionais do Cairo.
Durante os anos 20 e 30, ela esteve na TV gravando comerciais que lançaram seu envolvimento, que duraria por toda a vida, com a mídia em massa.
Seus anúncios comerciais lhe ofereceram segurança financeira e conforto, então Om pode ser seletiva acerca de suas oportunidades para se apresentar , e aceitava apenas o que lhe interessava. Ela foi uma sábia mulher de negócios, dispensando seu agente e tomando em suas próprias mãos a organização e decisão de seus contratos profissionais. Ela cultivou, cuidadosamente seu público, que incluía um vasto número de ouvintes, sentados em casa ou em lojas, perto dos rádios, o que a transformou numa figura familiar para todos eles.
A época dourada dela aconteceu nos anos 40 e 50. Seu repertório se expandiu das canções românticas modernas para trabalhos neo-clássicos , baseados em costumes historicamente árabes, envolvendo nas composições música e poesia, recontando a vida. Esta música foi considerada genuinamente árabe e se tornou extremamente popular.
Problemas de saúde perseguiram Om Koulsoum toda a sua vida, afetando seriamente sua carreira em 1946. A preocupação com sua voz, a levou a sofrer de depressão, e esta se agravou no ano seguinte a morte de sua mãe, irmão e um sério rompimento amoroso. Em 1949 ela passou a apresentar problemas com seus olhos, agravados pela forte iluminação nos palcos e na televisão.
Finalmente ela decidiu usar óculos escuros para suas apresentações em público. Seguiu-se então um longo período em que sua saúde esteve comprometida, e isto durou até 1955. O público considerou com compaixão seu afastamento , aceitando que sua estrela imutável era de fato um ser humano. Um dos nomes atribuídos a ela durante a vida foi " Kaukab al Shark" que significa Estrela do Oriente - observação feita por Omar Naboussi durante a tradução deste artigo - Durante esta fase de sua fase, no lugar de ser esquecida, ela se tornou ainda mais querida pelo público fiel e amoroso que acompanhava sua história.
Por esta época Om iniciou sua parceria com o premiado compositor Mohamed Abdel Wahab. Em 1964, eles produziram aquela que seria uma de suas mais conhecidas canções no mundo todo, " Ente Omri". Esta foi a primeira das dez canções que Mohamed Abdel Wahab escreveu para Om Koulsoum.
Durante os anos 50 e 60, ela expandiu sua atuação se transformando em porta voz de diversas causas ligadas a arte e a música, e entrou para a vida pública. Ela solicitava ajuda governamental para a música e os músicos atuantes no Egito. Depois da guerra de 1967, ela iniciou uma série de concertos dentro e fora de sua terra para angariar fundos para sua causa. Viajou extensivamente dentro do Egito e no mundo árabe, coletando contribuições e doando os resultados obtidos para o governo egípcio. Ela se tornou então conhecida como a voz e o rosto do Egito.
Seus problemas de saúde se agravaram muito com a idade, e sua condição geral se deteriorou drasticamente em 1971. Seu último concerto aconteceu em dezembro de 1972. Em janeiro de 1975 Om Koulsoum sofre uma crise renal que a levou a morte em 3 de fevereiro daquele ano. Milhares de egípcios entristecidos acompanharam seu funeral.
Diz-se que seu repertório completo contava com cerca de 280 canções, em temas os mais variados envolvendo: amor, patriotismo, religião e natureza. Usava tanto o árabe clássico quanto o coloquial. A maioria delas é tão famosa hoje quanto era quando sua intérprete estava entre nós e as apresentava para as multidões. Algumas das mais famosas para nós bailarinas são: " Alf Leila we Leila, Ana Fintezarak, Ente Omri, Fakarouni, Leilet Hob e Lessa Faker.
É de máxima importância para qualquer bailarina oriental profissional conhecer ao menos um pouco sobre a diva da música árabe, Om Koulsoum. Para estudos posteriores vale a pena pesquisar a internet, estando atenta para procurar por todas as diferentes grafias de seu nome. Uma referência maravilhosa é o site http://www.almashriq.com
Artigo escrito por Jasmin Jahal em 2000 -Tradução: Lulu Sabongi fevereiro 2003
Para leituras interessantíssimas visite o site desta maravilhosa pesquisadora
Para mais informações visite os sites:
www.omkolthoum.com
 
Onde poderá encontrar artigos e canções que podem ser escutadas online´
www.shira.net/lyrics htm
Aqui poderá encontrar traduções de grandes peças tradicionais da música árabe".


Eu realmente amo as músicas da Om Kolthoum...
E acredito que precisa de muita competência, técnica, amor, ouvido musical (e muitooo mais) pra consegui dançar a altura que as musicas dela necessitam.

Segue alguns vídeos das minhas professoras, Carol Louro e Bruna Milani...

Carol Louro


Bruna Milani



Ainda não chegou o meu dia de dançar uma música da Om Kolthoum, por enquanto, estou só estudando.  rsrs

E vocês? Gostam?
Já dançaram?
Me conteeem ;)

Beijokaaas

“Dançarei apenas porque isso me possibilita expressar minha personalidade. Quero ser uma personalidade para cumprir minha missão. Minha missão é a missão de Deus. Minha loucura é o meu amor pela humanidade. Não quero a morte dos sentidos. Sou aquele que morre quando não é amado ”.(Vaslav Nijinsky)

0 52 horas

Cherry.



Preciso que meu dia passe a ter 52 horas... 24 Horas já ficou pouco pra mim.

Comecei a fazer aula de Ballet, pra melhorar meu equilíbrio, e minha leveza... Minha mãe falou q vai mandar minha casa pro Hob... Passo quase todas as noites da semana lá rsrsrs.



Estou estudando folclore... E estou em crise, sou muitooo dura pra ‘descontração’ que o folclore pede.

Tive umas aulas de khalige, jarro e baladi pra soltar meu lado despojado... E agora, comecei a estudar só bengala... Mas vou ter que estudar MUITOOO... Quero dançar folclore com a energia e a felicidade que ele merece



Hoje, inspirada nas minhas aulas de Ballet, vou dxar um video que eu acho MARAVILHOSO...



Adoro a leitura musical dela...



Esse video me da vontade de sair dançando



http://www.youtube.com/watch?v=Uz2Gp7a38DM





E vocês, qual é aquele video que da vontade de sair dançando?



Bjoks

0 Khalige

Booa tarde cherrys


Hoje, vou falar um poquinho de ‘Danças Folclóricas Árabes, mais focada no khalige.

“As Danças Folclóricas Árabes são típicas de diversas regiões do mundo árabe. Geralmente se originaram de situações cotidianas antigas, ou seja, nasceram no seio das manfestações sociais e culturais. De forma geral tinham estreita relação com a natureza.

Possuem músicas, trajes e ritmos próprios para sua execução e cabe à bailarina conhecê-los.”



Raks El Nach’at ou Khalige

É uma dança folclórica que se originou no Golfo Pérsico (área da Península Arábica que envolve Bahrain, Emirados Árabes, Quatar, Arábia Saudita, Kwait, Oman). Khalige, em árabe, significa golfo . Pronuncia-se Raligi.

Essa dança é comum em casamentos e festas femininas; algumas mulheres se levantarem, vestem suas túnicas por cima de suas roupas de festa e dançam Khalige. No oriente, também é conhecida como a dança dos desertos, já que os povos nômades do deserto são os dançarinos mais tradicionais.

O ritmo para esse tipo de dança é o Soudi.

É dançada com um vestido (túnica) de tecido fino, todo bordado por cima da roupa normal ou da roupa de dança do ventre, no caso de uma apresentação. A túnica é chamada de Galabya.
Para discorrer sobre a dança e o figurino khaliji com uma terminologia étnica apropriada é necessário entender que: usar roupa fechada como meio de conservar a umidade e proteger o corpo do sol é tradicional na Península Arábica. As roupas típicas tradicionais muito largas, longas e ricamente bordadas.
Este vestido tradicional teve originalmente variações regionais, entretanto o uso difundido da máquina de costura nos últimos trinta anos e a modernização e a urbanização da Península Arábica resultaram no tobe (bata, caftan, toga, vestido, capa, galabya) ou thawb nashal, originalmente usado no Najd, ou Arábia Central, transformando-se depois no traje tradicional das mulheres ao longo da área do Golfo.
A túnica é sempre bordada no peito, nas bordas das mangas, na barra, na parte de trás e em outros lugares. A decoração é farta, utilizando-se para as costuras linha metálica dourada e prateada em sentido vertical ou bordado de seda e paetês, além de, às vezes, aplicarem-se jóias ou pequenos guizos. A parte dianteira da abbay (bisht), roupa masculina, também é bordada com as mesmas linhas.


A execução da dança traz uma simples marcação para os pés, que se mantém constante e presente todo o tempo. Além dessa marcação, há movimentos de cabeça (com destaque para os cabelos), de mãos, braços, e tronco. O quadril, ao contrário da dança do ventre, praticamente não se move.

O khalige é caracterizada pelos seguintes movimentos:

de cabeça, utilizando-se um deslizar lateral com a parte da frente da roupa segurada longe do corpo e/ou escondendo parte do rosto ou realizando oitos ou ondulações;

de corpo, lentos, suaves, delicados e bem marcados;

de tronco, podendo balançá-lo ou ondulá-lo;

de mãos, realizando torções e vibrações, ou gestos, como colocá-las ao lado do nariz;

de braços, com determinadas posições e molduras;

de ombros, tais como o shime, enfatizado pelo bordado do traje;

de quadris, para cujo encontro o traje pode ser puxado para enfatizar seus movimentos, que de outra maneira não poderiam ser vistos sob o volume;

de pés, cujo trabalho é muito simples e rítmico;

de cabelo, cujo papel fundamental é na dança khaliji, por isso as mulheres têm muito orgulho de seu belo cabelo. Eles podem ser jogados de um lado para o outro, para a frente e para trás, ou quando ajoelham-se na parte mais dramática da música;
evoluções envolvendo o vestido khaliji, como moldura, às vezes prendendo-o em uma das mãos e deixando-o mover-se em torno do corpo, ou, condizente com a natureza larga da bata, cujas cavas são enormes, podem ser colocadas sobre a cabeça como um véu.”


Fontes:
http://www.webartigos.com/articles/18662/1/Raks-Khaliji---Evolucao-historica-de-uma-danca-folclorica/pagina1.html#ixzz0t0XJQXlF

http://www.centraldancadoventre.com.br/a-danca-do-ventre/a-danca-do-ventre-dancas-folcloricas


La onde eu peguei os textos, teeeem muitaaaas coisas legais, e logo minha professora vai mandar um texto que ela ta traduzindo...
Esse foi um super resumão, só pra fica mais claro.

Se alguem tiver mais informações, ou no texto tiver alguma informação errada, é só me avisa, ok?


Infelizmente, não vou conseguir colocar video hoje, pq aqui no serviço, não abre youtube. :(


Beijooos cherrys

0 Novidades *-*

Cherryyys.


Nossa, quanto tempo não é mesmo...

Tanta coisa aconteceu, nem tive tempo de passar por aqui, peço desculpas pela ausência


Vamos a algumas novidades:


-> Mudança de emprego (ta ai o motivo do sumiço kkkk)



-> A Carol Louro, minha professora (vcs já vão entender), passou a ter o padrão noites no harém, muuitoooo mais que merecido... Ela mandou muito bem na avaliação (13/06/2010), dançou DIVINAMENTE... Um dia eu ainda quero ter essa leveza e esse sorriso MARAVILHOSO






-> Eu passei na seleção da escola onde eu faço aulas \o/. O grupo hob salam existe desde 2008, e a cada 6 meses mais ou menos tem a seleção para novas integrantes... As professoras da escola avaliam, e a bailarina que esta se apresentando tem que ter média superior a 8 pra passar... O legal é que eu e as 3 cherry que fizeram a prova no dia, passamos... A Vivi, que tem mais tempo de dança, e teve uma média quase 9, entrou direto no grupo, ja q ela estava em um grau de estudo parecido com as meninas que estão la desde o começo, e eu e as 2 cherrys, fizemos por 2 meses aulas em um grupo paralelo, pra dar uma melhorada em alguns quesitos... Foi MARAVILHOSO esses 2 meses, no final, por motivos pessoais a Bárbara resolveu que agora não era a hora dela, e parou, e eu e a Rafita, fizemos outra prova, e passamos a fazer parte do grupo oficial...
Agora, representamos a escola em eventos, e temos a cada semana aula com uma professora diferente... isso é perfeito *-*

Olha que orgulho: http://www.hobsalam.com.br/fotogrupo-08.html

Foi muito legal, fiquei super orgulhosa de saber que eu tenho capacidade e talz.

Tivemos 20 dias pra pegar a coreografia da abertura da festa da escola, corrido, mas MARAVILHOSO... Valeu muito a pena, dançar na abertura da festa foi uma realização... foi subir mais um degrau em direção ao objetivo... E esse degrau foi supeeer importante né?

Assim q eu postar o video da abertura da festa eu coloco aqui pra vcs...



Tenho um texto do meu estudo da Souhair Zaki em casa, que logo logo eu prometo postar pra vcs... E pretendo sempre postar alguma coisa sobre o que eu estiver estudando... pelo menos uma foto que esteja me encantando...



Isso ai , espero logo voltar, com mais novidades, e algumas mudanças no blog ♥

1 Rachel Brice

Olá cherrys.


Sabe aquela bailarina que você ve dançar e pensa "QUANDO EU 'CRESCER' QUERO SER IGUAL ELA"? Então... Quando eu vejo a Rachel dançando, eu penso isso (e quem não pensa?)... Quando eu 'crescer' quero ter a capacidade de ter o controle do meu corpo, igual ela tem do dela (e quem não quer?rs)







"Rachel Brice é realmente um assombro como bailarina. Ela encanta ao mesmo tempo em que choca com seus movimentos sinuosos e a sua postura provocante, no estilo que hoje é conhecido como dança tribal. Nascida em São Francisco, Califórnia, no início dos anos 70, Rachel Brice é hoje talvez uma das mais conhecidas bailarinas de dança do ventre em todo o mundo. Mas sua formação principal vem da yoga, prática que estudou e lecionou enquanto, paralelamente, trabalhava como quiropata. Sua aproximação com a dança oriental se deu em 1998 quando assistiu ao Hahbi'Ru e a bailarina Suhaila Salimpour famosos na Califórnia do Norte. A partir daí, começou a aprender alguns passos por conta própria assistindo vídeos da mítica bailarina Suhaila Salimpour. Filmava-se para saber dos andamentos da experiência. Chegou ainda a ingressar num programa universitário de Dança Étnica e, em seguida, foi tomar aulas. Mas os acasos a levaram a prosseguir com a carreira terapêutica, o que a afastou de seu incipiente talento.


Quatro anos após sua saída, ela descobriu uma comunidade artística perto de sua casa, em Santa Cruz, na Califórnia, que acabou a influenciando a voltar a dançar. Seu interesse foi tão fortemente renovado, que ela entrou para o curso de Etnologia na Dança na Universidade de São Francisco, onde ela pode ter contato com a própria Suhaila Salimpour. Durante este período em São Francisco, Rachel Brice ministrou aulas de Yoga e dança do ventre para os estúdios da Pixar, a 7th Heaven Yoga e estudou no grupo Fat Chance Belly Dance.

Brice foi descoberta em 2003 pelo polêmico empresário Miles Copeland. Ela passou a integrar a companhia Belly Dance Superstars de Copeland e, no mesmo ano, montou sua própria companhia, a Indigo Belly Dance Company - que teve seu primeiro show de longa duração, a tournée Le Serpent Rouge, produzido em 2007, sob a batuta do mesmo empresário.


A profusão de adornos que fazem o lóbulo de sua orelha despencar sob o peso de duas imensas argolas já mostram que Rachel Brice em pouco se encaixa no estereótipo da bailarina de saias esvoaçastes e jóias douradas; também quase nunca sorri. Essa espécie de desconstrução é uma marca no estilo da dança tribal, talvez um trânsito para fora dos clichês que consagraram no Ocidente a dança egípcia da qual os árabes se apropriaram ao longo de séculos. As vestes de Rachel e suas parceiras de estilos compõem-se de inúmeras moedas de cor fosca, tecidos amarrados, cabelos dreadlock, flores nos cabelos, ossos trançados com couro... objetos aparentemente improváveis se complementam harmônicos. A tentativa de representação se aproxima da música, é um ajuntamento de elementos que remetem a um passado nômade primitivo onde os enfeites são adaptações de coisas encontradas na natureza e/ou retiradas do contato com outras comunidades mais "avançadas"; é assim no caso das moedas e dos espelhinhos, por exemplo.


Atualmente, Rachel Brice concluiu o bacharelado em Etnologia na Dança, onde ela teve acesso a diversas influências como o Kathak (Dança clássica do norte da Índia), Flamenco, Dança Afro-haitiana, as técnicas de Dunham, dança moderna e coreografia. Ela também está em turnê com os membros do grupo Indigo e do Bellydance Superstars, além de ministrar aulas de yoga em São Francisco.”







Fique agora, com um pouco de Rachel Brice (um dia eu ainda faço um cambriê igual ao dela).


0 Volta a ativa!

Boa tarde cherrys...

Todo começo de ano é um novo começo não é mesmo?! E cada ano que passa, aprendemos um pouco mais... Este ano de 2009 não foi diferente! Muitaaaaas coisas acontecerem no decorrer do ano, felicidades, tristezas, aprendizados, evoluções...
Com o tempo, fica mais facil compreender que TUDO tem uma lição...

2009 DEMOROU para terminar! Foi tarde. Mas antes de ir, levou minha avózinha junto...
Cada ano que passa fica maais dificil!

Bom... Uma das minhas metas para 2010 é postar mais no blog... Mesmo que seja preciso portar apenas um texto que me marcou... Pelo menos um post por semana (no começo)...

Então... No primeiro poste do ano, vou colocar um dos textos que eu mais recebi nesta virada de ano... Um texto MUITO bonito!



Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,

a que se deu o nome de ano,

foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança

fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano

se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez

com outro número e outra vontade de acreditar

que daqui para adiante vai ser diferente...

...Para você,

Desejo o sonho realizado.

O amor esperado.

A esperança renovada.

Para você,

Desejo todas as cores desta vida.

Todas as alegrias que puder sorrir.

Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,

Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,

Que sua família esteja mais unida,

Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas.

Mas nada seria suficiente...

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.

Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,

ao rumo da sua FELICIDADE!!!

(Carlos Drummond de Andrade)


Beijos Cherrys.
E que 2010 venha com MUITA DANÇA.